O PAMPA EM MOVIMENTO: A FORÇA DE TRÊS MULHERES QUE REVELAM UM TERRITÓRIO EXTRAORDINÁRIO
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O PAMPA EM MOVIMENTO: A FORÇA DE TRÊS MULHERES QUE REVELAM UM TERRITÓRIO EXTRAORDINÁRIO

O Pampa Gaúcho é uma emoção que se estende até onde os olhos alcançam. É um silêncio cheio de significado, interrompido apenas pelo som do vento, pelo mugido distante do gado, pelo canto de um pássaro que anuncia a mudança da luz. Aqui, cada amanhecer parece um convite para desacelerar, respirar fundo e voltar a […]

Por admin 17/07/2026 - Atualizado em 17/07/2026

O Pampa Gaúcho é uma emoção que se estende até onde os olhos alcançam. É um silêncio cheio de significado, interrompido apenas pelo som do vento, pelo mugido distante do gado, pelo canto de um pássaro que anuncia a mudança da luz. Aqui, cada amanhecer parece um convite para desacelerar, respirar fundo e voltar a sentir. Não existe outro lugar no Brasil em que a paisagem abrace tanto quanto no Pampa. E é exatamente dessa força telúrica, tão antiga quanto as histórias de quem vive aqui, que nasce o projeto Turismo no Pampa.
Idealizado por Aliane Da Croce, Dra. Margaritha Cobucci e Marcelle Ceolin, o movimento surge para revelar ao país o que os pampeanos sempre souberam. Esse território é mais do que bonito. Ele é transformador. O trio decidiu fazer do turismo uma ponte entre cultura, natureza, gastronomia, hospitalidade e o bioma exclusivo do Rio Grande do Sul. Mais do que divulgar destinos, elas constroem experiências de pertencimento. Criam conexão real entre visitante e território.
A base desse movimento está alicerçada em anos de estudos e no reconhecimento crescente do Pampa como um dos ambientes mais preservados e autênticos do Brasil. Trata-se de um bioma único, com biodiversidade própria, que convive em harmonia com práticas produtivas tradicionais. Vinícolas que nascem no meio dos campos, olivais que redesenham o horizonte, estâncias centenárias, gastronomia que carrega memória afetiva e cidades que mantêm um modo de vida que resiste ao tempo. É um território que não se apresenta apenas como destino turístico, mas como experiência sensorial completa.
Nesse contexto, o Turismo no Pampa estrutura sua atuação em três pilares que organizam e qualificam a experiência do visitante.

ROTEIROS QUE CONTAM HISTÓRIAS: EXPERIÊNCIA E IMERSÃO NO TERRITÓRIO
Os Roteiros do Pampa Gaúcho são desenhados para quem busca mais do que deslocamento geográfico. São percursos que conduzem o visitante por vivências autênticas. Cada roteiro integra paisagem, cultura e pessoas. Estâncias recebem visitantes como quem recebe amigos. O tempo desacelera. O mate circula. O fogo de chão acende conversas. O turista deixa de ser espectador e passa a ser parte da narrativa.
Esses roteiros conectam diferentes municípios e experiências. Do turismo rural ao histórico, da contemplação ao aprendizado, cada trajeto é pensado para gerar imersão. Não há pressa. Há presença.


ENOTURISMO E OLIVOTURISMO EM EXPANSÃO: IDENTIDADE PRODUTIVA E EXPERIENCIAL
Outro eixo estratégico do projeto é o enoturismo, que posiciona o Pampa como uma das regiões mais promissoras do Brasil na produção de vinhos de identidade própria. O terroir da Campanha Gaúcha oferece condições ideais para uvas que expressam frescor, elegância e autenticidade.
As experiências vão além da degustação. Incluem visitas guiadas, contato direto com produtores, harmonizações e a vivência do ciclo produtivo. O mesmo acontece com o olivoturismo, que cresce de forma consistente na região e agrega valor ao território. A combinação entre vinho, azeite e paisagem cria uma assinatura única para o Pampa no cenário nacional.


PRODUTOS AUTÊNTICOS E ECONOMIA LOCAL: VALORIZAÇÃO QUE GERA DESENVOLVIMENTO
O Turismo no Pampa também fortalece a valorização de produtos locais. Alimentos, artesanato, saberes e fazeres que carregam identidade cultural passam a ocupar um lugar central na experiência turística. Consumir no Pampa é também um ato de reconhecimento. É fortalecer famílias, incentivar pequenos produtores e preservar tradições.
Esse movimento gera impacto direto na economia regional. O turismo deixa de ser apenas contemplativo e passa a ser vetor de desenvolvimento sustentável.
Somam-se a esse cenário iniciativas regionais que contribuem para o fortalecimento do turismo, como o Caminho do Pampa, uma trilha de longo curso desenvolvida por agentes locais e que conecta paisagens, comunidades e áreas de conservação. Projetos como esse ampliam a visibilidade do território e reforçam seu potencial como destino.
É nesse contexto que o Turismo no Pampa se posiciona de forma estratégica. Idealizado como um projeto totalmente privado, o movimento nasce com um propósito claro. Organizar, integrar e potencializar o turismo na região da Campanha Gaúcha, algo que até então acontecia de forma fragmentada, com iniciativas isoladas.
Mais do que promover experiências individuais, o projeto estrutura um canal. Um ambiente que reúne, em um único lugar, referências completas do território. Onde se hospedar, onde comer, quais vinícolas visitar, experiências de enoturismo, olivoturismo e vivências autênticas. Tudo organizado de forma acessível, estratégica e conectada.
Essa curadoria qualificada não apenas facilita a jornada do visitante, mas posiciona o Pampa de maneira profissional no cenário turístico. O que antes era disperso, agora ganha forma, narrativa e direcionamento. Vai além da visibilidade. Ele estrutura. Não apenas conecta. Ele desenvolve. Atua como um agente ativo na construção de um novo momento para a região, transformando potencial em produto turístico consolidado.
Nesse movimento, o nome de Aliane Da Croce se destaca. Embaixadora da Campanha Gaúcha pelo projeto Viva o RS, iniciativa da Secretaria Estadual de Turismo, operada pela WineLocals em parceria com o Sebrae RS, Aliane atua como articuladora do desenvolvimento regional. Engenheira civil de formação, ela enxerga o território com visão sistêmica. Foi responsável por um dos primeiros projetos de integração entre enoturismo, olivoturismo e patrimônio histórico no Pampa. Sua atuação traduz estratégia em ação.
A Dra. Margaritha Cobucci traz uma camada simbólica ao projeto. Sua conexão com o Pampa ultrapassa o campo técnico. Ela compreende o território como expressão de identidade e autoestima coletiva. Para Margaritha, valorizar o Pampa é também valorizar as pessoas que pertencem a ele. Sua atuação fortalece especialmente o protagonismo feminino na região, ampliando o impacto social do movimento.
Marcelle Ceolin assume o papel de tradutora desse universo para o mundo contemporâneo. Jornalista e comunicadora, ela transforma o Pampa em narrativa. Seu olhar sensível aproxima o digital do real. Sem excessos, sem artificialidade. Apenas verdade. É por meio do seu trabalho que o Pampa ganha alcance, desperta desejo e se torna presente na vida de quem ainda não o conhece.
Juntas, essas três mulheres estruturam um projeto que vai além da promoção turística. Elas constroem posicionamento. Criam valor. Organizam um território que sempre existiu, mas que agora passa a ser percebido com clareza.
O Turismo no Pampa nasce de um propósito coletivo. Compartilhar com o mundo aquilo que já faz parte do cotidiano de quem vive aqui. Atrair olhares, sim. Mas, sobretudo, despertar sentimentos.
O Pampa não é apenas cenário. É experiência. É identidade. É memória viva. É um território que não se explica. Se vive.

Instagram: @turismonopampa | @alianedacroce | @margaritha_cobucci | @marcelleceolin
Site: www.turismonopampa.com

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