Pequenos negócios geraram 70% dos empregos com carteira assinada no 1º trimestre de 2021

Pequenos negócios geraram 70% dos empregos com carteira assinada no 1º trimestre de 2021

A análise foi feita pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Por Acontece Mais 02/06/2021 - Atualizado em 02/06/2021

As micro e pequenas empresas criaram 587 mil novos postos de trabalho com carteira assinada no Brasil entre janeiro e março deste ano. Esse número representa 70% do total de empregos gerados no período.

As médias e grandes empresas foram responsáveis por 190 mil ocupações formais no período.

“A receita das micro e pequenas empresas para combater a crise causada pela pandemia é a geração de empregos. Quando comparamos com o 1º trimestre de 2020, os dados do Caged apontam que a evolução dos empregos gerados teve aumento de 400%. São números extremamente representativos da força dos pequenos negócios”, afirma Carlos Melles, presidente do Sebrae.

Setores em destaque

O setor de serviços foi o que mais criou vagas entre as micro e pequenas empresas, com 224,3 mil novos empregos formais.

As cinco atividades que apresentaram maior saldo líquido na geração de emprego foram:

  • Transporte rodoviário de carga;
  • Serviços de escritório e apoio administrativo;
  • Locação de mão de obra temporária;
  • Serviços de engenharia;
  • Serviços para apoio a edifícios.

Depois, vem o setor da indústria, com 152,8 mil postos de trabalho, seguido do comércio, com 105,1 mil, construção civil, com 75,3 mil e, por último, a agropecuária, com 23,9 mil.

Recorte estadual

Os estados brasileiros que proporcionalmente mais contrataram graças aos pequenos negócios foram:

Mato Grosso, com 56,1 novos postos de trabalho (a cada 1.000 já existentes);

Rio Grande do Norte, com 49,7 (a cada 1.000 já existentes);

Santa Catarina, com 48,9 (a cada 1.000 já existentes).

O Rio Grande do Sul fechou o primeiro trimestre de 2021 com saldo positivo na geração de empregos com carteira assinada. De janeiro a março, o Estado criou 74.448 postos de trabalho.

Já o Amazonas teve saldos negativos em janeiro e fevereiro, mas recuperou em março. Mesmo assim, o estado continuou com 3,3 novos empregos gerados a cada 1.000 já existentes.

Em números absolutos, o estado de São Paulo lidera com 135 mil novas vagas no 1º trimestre deste ano.

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