CASTRAÇÃO QUÍMICA: UMA MEDIDA NECESSÁRIA PARA ESTUPRADORES REINCIDENTES
O estupro é um crime hediondo que causa traumas profundos nas vítimas e exige medidas mais eficazes para proteger a sociedade. Um caso emblemático da insuficiência das leis na prevenção da reincidência em crimes sexuais é o do homem conhecido como o “Monstro do Cerrado”. Ele foi indiciado por 33 estupros e condenado por 11 […]
Por admin 15/08/2025 - Atualizado em 15/08/2025
O estupro é um crime hediondo que causa traumas profundos nas vítimas e exige medidas mais eficazes para proteger a sociedade.
Um caso emblemático da insuficiência das leis na prevenção da reincidência em crimes sexuais é o do homem conhecido como o “Monstro do Cerrado”. Ele foi indiciado por 33 estupros e condenado por 11 deles. Entre seus crimes, destaca-se o estupro de uma mãe e sua filha de apenas cinco meses, em 2011, em Goiânia. Após fugir em 2013, continuou cometendo delitos até ser recapturado em 2019.
Casos como esse evidenciam a necessidade urgente de medidas mais rigorosas para impedir a reincidência de crimes sexuais. A castração química, que consiste na administração de medicamentos para reduzir a libido e controlar impulsos sexuais, surge como uma alternativa viável. Países como Estados Unidos e Polônia já adotaram essa prática, registrando queda na reincidência entre agressores sexuais.
No Brasil, as penas tradicionais têm se mostrado insuficientes para evitar novos crimes. A implementação da castração química, aliada a acompanhamento psicológico, poderia representar uma camada adicional de proteção à sociedade, garantindo que indivíduos condenados por estupro tenham seus impulsos controlados e reduzindo o risco de novos ataques.
É essencial que a legislação brasileira considere essa medida como parte de uma estratégia mais ampla de combate à violência sexual, priorizando a segurança e o bem-estar das potenciais vítimas — entre as quais, principalmente, mulheres e crianças.
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