A ORIGEM DO BRINDE

A ORIGEM DO BRINDE

Que tal conhecer a origem do brinde? A história não é muito clara, mas o ato se tornou comum e indispensável em comemorações.

Por Monica Tinoco 16/11/2020 - Atualizado em 16/11/2020

A origem do brinde não é totalmente clara. Alguns estudiosos indicam que surgiu na Antiguidade, outros dizem que foi na Grécia ou em Roma.

O que muitos concordam é que ele nasceu por uma questão de vida ou morte: o envenenamento. Dessa forma, beber algo que estava sendo oferecido era muito arriscado. Com isso, tornou-se hábito o anfitrião colocar em seu próprio copo um pouco do que estava sendo oferecido ao convidado para mostrar que era seguro beber. Ambos tocavam as taças, como símbolo de confiança e bebiam ao mesmo tempo.

É possível que tenha surgido nesta época o costume de dizer saúde. O hábito de desejar saúde neste período da história, também se deve às condições de higiene e armazenamento dos alimentos.

Com a precariedade, era comum as pessoas se intoxicarem. Quando o Champanhe foi introduzido na corte de Louis XV (Rei da França) criou-se o hábito do brinde: a pessoa olhava fixamente nos olhos daquela que tinha servido a bebida, batia em seu copo de estanho com muita força no outro para provocar uma troca de líquidos, e para que se houvesse algum veneno, ele fosse para o fundo do copo e dizia: Saúde!

Seguindo ao pé da letra sobre a origem do brinde, brindar significa o ato ou efeito de beber à saúde de alguém, como voto de êxito ou em celebração a algo ou alguém. De maneira semelhante, na Roma antiga um pouco da bebida era derramada no chão ao brindar, como forma de saciar a sede dos deuses.

Segundo o dicionário etimológico, Etimo.it, brinde pode ter as seguintes origens:

  1. Espanholbrindis
  2. Francesbringue, bringuai= brindar, beber à saúde
  3. Alemãobring dir’s= levo isso até você (se referindo ao copo) – frase usada pelos alemães quando bebiam à saúde de alguém.

Algumas vezes, ouvimos também a palavra prosit, que é latina e significa “que faça bem, que esteja a favor”, ou seja, é um desejo, um augúrio.

A tradição de se discursar antes do brinde é originária da Antiga Grécia, quando era costume inventar poemas na hora, sem prepará-los com antecedência. Esse costume se chamava Philotesia” de “Philotes” – amizade.

No Brasil, esse hábito se transformou no popular “dar um gole ao santo”.

Em nossa sociedade, o ato de brindar nos faz termos pensamentos e desejos à serem realizados.

Eu tenho o costume (quando não estou trabalhando) de brindar batendo a taça com força para fazer barulho. Minhas taças são de cristal e titânio, por isso não são fáceis de quebrar e me permitem essa alegria! Risos.

Mas não é o correto.

Nos tempos que estamos vivendo hoje, espero muito em breve, brindar com todos aqueles que tenho saudades. No início da pandemia, quando abria uma garrafa de vinho, eu servia duas taças, fazendo brindes, risos.

Ou então, com o quadro.

O importante era brindar com pensamentos positivos. E no mais, espero que muito em breve, meu brinde seja da eficácia da vacina. Que assim seja, brindemos ao alto! Vida longa à todos nós!

Tintim e até a próxima!

Beijo grande!

Por Monica Tinoco

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