O Olhar Sistêmico sobre o Câncer de Mama
Quando o corpo fala aquilo que a alma silencia O câncer de mama não é apenas uma questão física — ele também pode refletir dores emocionais e vínculos profundos com o feminino e com a mãe. Na visão sistêmica, o corpo expressa o que o coração muitas vezes não conseguiu dizer. As mamas, símbolo de […]
Por admin 29/10/2025 - Atualizado em 29/10/2025
Quando o corpo fala aquilo que a alma silencia
O câncer de mama não é apenas uma questão física — ele também pode refletir dores emocionais e vínculos profundos com o feminino e com a mãe.
Na visão sistêmica, o corpo expressa o que o coração muitas vezes não conseguiu dizer. As mamas, símbolo de amor e nutrição, representam o ato de cuidar, acolher e também de se permitir receber. Quando a mulher se doa demais, guarda mágoas ou tenta carregar dores que não são suas, o corpo pode transformar esse desequilíbrio em um pedido silencioso de atenção e cura.
A biodescodificação relaciona o câncer de mama a conflitos de proteção, separação e excesso de responsabilidade. Já nas Constelações Familiares, ele pode expressar lealdades inconscientes à dor da mãe — como se o corpo dissesse: “Eu curo por você.”
Essas dinâmicas, quando trazidas à consciência, liberam o amor e abrem espaço para a vida fluir com mais leveza.
Olhar para isso é um ato de amor. A cura começa quando a mulher se reconcilia com sua história, com sua mãe e com o seu feminino. Prevenir também é se permitir sentir, descansar, receber e ser cuidada.
Reflexão:
De quem eu ainda tento cuidar mais do que de mim mesma?
Que parte de mim precisa de acolhimento agora?
Cuidar do corpo é essencial — mas cuidar da alma é o passo mais profundo rumo à cura.
Por Valéria Costa
Facilitadora de Consciência
Facilitadora de Barras de Access
Facelift Energético
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